quinta-feira, 27 de junho de 2013

Resenha do livro "A Cabana", de William P. Young.

A Cabana conta a história de Mackenzie Allen Phillips, que durante muito tempo viveu imerso em um mar de dor e sofrimento ocasionado pelo sequestro e morte de Melissa, sua filha mais nova. Mack, qual também é denominado, nunca foi um beato e, desde a perda de Missy, forma carinhosa pela qual chamavam a Melissa, sua relação com o Celestial deteriorou. Transcorrido algum tempo desde o nefasto ocorrido, em uma manhã gelada de inverno, Mack recebe um misterioso bilhete até então supostamente escrito por Deus, convidando-o a volver a cena do homicídio de Melissa, uma cabana vetusta e de dificílimo acesso à cidade de Joseph. A vida de Mackenzie Allen Phillips nunca mais seria a mesma após retornar ao palco de sua recordação mais dantesca e pesarosa...

Willie, um amigo de Mack é quem narra à história, sendo seu foco, portanto, relatar o que se passou com seu amigo durante sua estada à cabana. Este livro está dividido em prefácio, dezoito capítulos, um posfácio, uma parte dedicada aos agradecimentos do autor. Cada capítulo possui sob do título uma citação de autores distintos.

Mackenzie Allen Phillips teve uma infância muito difícil, seu pai era alcoólatra, agredia a esposa e a ele com assiduidade. Aos treze anos Mackenzie fugiu de casa, e desde então nunca mais reviu nem seu pai nem sua mãe. Passou por muitas dificuldades, até que casou-se com Nan, com quem teve cinco filhos: Jon, Tyler, Josh, Katherine (Kate) e Melissa.

Mack decide por fazer um passeio de férias com Missy, Kate e Josh, eles vão até uma Reserva na cidade de Joseph. Mack estava se preparando para seguir viajem quando a canoa em que Kate e Josh faziam um passeio, – cedida por seus novos amigos do camping – vira e Josh não consegue emergir, Mack sai em disparada para salvar a Josh e também a Kate – embora esta tenha conseguido emergir -, deixando Missy sozinha perto do trailer. Quando retonam não encontram a Missy, e assim, dá-se inicio a uma procura pela menina. A melhor pista que conseguem é que uma criança trajando semelhante à Melissa fora levada em um jipe verde por um homem desconhecido.

 As autoridades encontram na cena do crime um broxe de joaninha com detalhes específicos que o FBI após examinar percebe ser a assinatura do Matador de Meninas, um misterioso assassino do qual nada se sabia, exceto essa peculiar assinatura. Qual supracitado, algum tempo depois se descobre uma velha cabana, onde encontram o vestido que a menina trajava e uma possa de sangue...

Os anos passam e, em uma fria manhã de inverno, sozinho na residência de sua família, Mackenzie decide sair à rua e conferir sua caixa de correspondências - nevara a noite toda e ainda o sucedia -, o gelo cobria todo caminho, deixando-o escorregadio, com muita dificuldade Mack chega até a o portão, quando retira a correspondência, surpreende-se com um bilhete singelo no qual o signatário “Papai” o convidava a retornar à cabana. Pensando ser uma brincadeira de mau gosto, ele retorna a casa, porém, no trajeto de volta ele escorrega e fere-se. Já em sua sala-de-estar, ele resolve checar se o tal bilhete era uma brincadeira de seu carteiro, mas, para sua surpresa, o tal sequer conseguira chegar à sua rua, dada as condições do trajeto ocasionadas pela nevasca.

Mack decide não falar nada para sua família por tratar-se de um assunto doloroso. Não obstante, colhendo do ensejo de uma viajem que Nan faria com as crianças para a casa de sua irmã, Mackenzie dirime por ir à cabana. Pede a seu amigo Willie o jipe emprestado, este preocupado com o amigo cede-lhe inclusive uma arma para no caso de ser o assassino, Mackenzie poder se defender.

Depois de chegar à cabana e encontrar com a Santíssima Trindade personificada de uma forma muito peculiar pelo autor, Mack passa por um processo de aproximação de Deus. Aos poucos Mackenzie vai aceitando e aprendendo a lidar com a tragédia que abalou não apenas a sua vida, mas a de sua família toda. Papai era na verdade, uma forma afetuosa pela qual Nan chamava a Deus.

Durante sua estada, Allen trava muitos diálogos cujos temas envolvem religião, fé, e claro, a perda de sua filha. Nosso protagonista aprende a perdoar e, no decorrer do tempo vai se distanciando de seu pesar. Perto do fim de sua estada na cabana com a Santíssima Trindade, Deus resolve levá-lo para um passeio – a esta altura Mackenzie já havia passado por inúmeras experiências e mudado muito – essa excursão seria a parte final, por assim dizer, de sua jornada na cabana, Papai mostra a Mack onde estava o corpo de Missy e, juntos, transladam-no de volta a choupana. Ao chegarem, Jesus havia preparado um esquife de madeira para depositarem os restos de Melissa e, no jardim que Sarayu (nome dado pelo autor ao Espírito Santo) havia limpado uma área, foi inumada a criança.

Quando Mack retonava à sua residência, sofre um acidente de carro e passa dias internado em estado grave em um hospital. Para surpresa de nosso protagonista, ele nunca chegara à cabana... Na sua jornada rumo ao tugúrio um carro cruza o sinal vermelho colidindo com o seu jipe, ele passa três dias internado em estado de profundo coma. Mas, após se recuperar, junto com a polícia de Joseph, ele vai até o local onde estivera com Deus – ao menos em sonho - para resgatar o corpo de Melissa e, para assombro de todos, lá estava! Algum tempo depois, a polícia através das pistas encontradas no local onde o corpo de Missy foi esconso pelo Matador de Meninas, pode efetuar a prisão deste. Mackenzie depôs no julgamento do mesmo e explanou como encontrou o local, por mais inacreditável, comovente e surpreendente que fosse.

Embora este livro demonstre-se surreal, puramente fictício, e, em alguns momentos passar a impressão de que autor é um alienado, a ideia por detrás da narrativa é interessante e, a própria história chega a ser comovente.  Devo admitir que, achei algumas coisas um pouco difíceis de deglutir, mas muitas das ideias que Young insere nas práticas entre a Santíssima Trindade e Mackenzie vai ao encontro de minha visão acerca de fé e religião. Muito mais importante que seguirmos uma religião, é termos fé e confiança em Deus e seus desígnios. De nada adianta sermos excessivamente devotos a uma religião, se não o fazemos de coração. Não existe uma religião boa ou má, desde que sua crença seja em Deus na sua plenitude e ela lhe trouxer paz, então ela é boa. Deus é um só, não importa o credo, se espírita, católico, protestante, budista ou judeu. Nenhum ser humano detém a verdade, somos falhos e insignificantes ante a magnificência do Divino. A forma que William retratou a Santíssima Trindade foge dos padrões tradicionais, porquanto supracitei que em alguns momentos o autor parece ser um alienado e tudo mais, porém de certo modo compreendo esta escolha: ele visa quebrar essa imagem convencional que temos, mostrando que o Celestial está acima de todos os nossos conceitos prévios e circunscritos. Ou como ele próprio diz “nada é um ritual”. Deus que é infinito vê, pensa e age de uma forma muito além do que nós, seres humanos limitados somos capazes de compreender.

Por mais que esta história possa parecer surrealista, e por mais complexa que seja a forma qual o literato visa expressar e levar ao público a sua ideia, eu recomendo esta obra a todas as pessoas que têm ou que buscam uma ideia de fé livre de certos dogmas e convenções que discriminam e que julgam. Liberdade não é sinônimo de libertinagem. O que o autor tenta oferecer é uma visão mais ampla da fé, dentro dos princípios bíblicos, é claro. É um livro iconoclasta quando comprado a nossas convenções sobre a face da fé. Trata-se de um escrito dirigido a um publico mais maturo por que exige bastante reflexão. É um texto a ser debatido, pois qual disse, possui algumas coisas difíceis de deglutir e, além do mais, cada um de nós vê as coisas apenas sob uma óptica, sob sua orientação religiosa.

William P. Young nasceu em Alberta, no Canadá em 11 de maio de 1955, mas passou grande parte de sua infância em Papua, Nova Guiné, junto com seus pais missionários, em uma comunidade tribal. Pagou seus estudos religiosos trabalhando como DJ, salva-vidas e em diversos outros empregos temporários. Formou-se em Religião em Oregon, nos Estados Unidos. 

terça-feira, 25 de junho de 2013

Crepúsculo (livro)

Bella Swan muda-se da ensolarada Phoenix, Arizona para a chuvosa cidade de Forks, Washington, para viver com seu pai, Charlie, o chefe dapolícia local. Segundo ela, a sua mãe (Renée) sentia-se triste por não poder acompanhar o seu novo marido (Phil Dwyer) aos jogos de basebol, pois este é um jogador da segunda divisão e, então, Bella decide mudar-se para dar mais espaço ao casal.
A chegada de Bella a Forks desperta imensa curiosidade em toda a gente. Esta é uma cidade calma, onde todos se conhecem e, por isso, a sua chegada era bastante aguardada. Na escola, Bella conhece vários colegas logo no primeiro dia de aulas e torna-se amiga de Mike, Jessica, Angela, Eric e Tyler.
Bella depressa descobre como seria monótona e entediante a sua vida em Forks, caso Edward Cullen, o misterioso rapaz que se senta a seu lado na aula de Biologia, não lhe despertasse tanta curiosidade e servisse de fugida à sua rotina diária. No primeiro dia que ela o vê, Edward aparenta sentir repugnância por ela, chegando mesmo a tentar mudar os seus horários para evitá-la, uma vez que o cheiro do sangue de Bella era muito tentador para ele.
No entanto, quando um carro fora de controle está prestes a atropelar Bella no estacionamento da escola, Edward salva-a do perigo sobrenaturalmente, como é percebido pela jovem, que nota que ele estava muito distante de si para poder puxá-la da trajetória do veículo e que, o amasso deixado no automóvel após o embate, era em tudo semelhante à estrutura dos ombros do rapaz. Edward recusa-se, todavia, a falar sobre o assunto. Bella evita falar com ele durante algum tempo, mas no dia em que ela vai com as suas amigas até Port Angeles, mete-se, de novo, em apuros, de modo que Edward salva-a novamente. A partir deste instante, a cada passagem do livro, ambos acabam por se tornar cada vez mais próximos.
Ela acaba descobrindo por seu amigo Jacob Black, da tribo Quileute, que Edward e a sua família (os Cullen) são vampiros mas que não se alimentam de sangue humano, apenas de sangue animal.
Entretanto, Bella é apresentada à família Cullen. Todos gostam dela, menos Rosalie, a irmã de Edward e companheira de Emmett. Edward e Bella passam muito tempo juntos, e cada vez mais apaixonados. O vampiro é apresentado a Charlie e tudo parecia perfeito, até que tudo é lançado ao desespero quando James (um vampiro batedor) pousa os seus olhos em Bella. Ele fica sedento, e decide alimentar-se dela a todo o custo.
Após ter fugido do seu predador, Bella vê-se obrigada a reencontrá-lo, sob a suspeita do mesmo ter raptado a sua mãe. Bella dirige-se a um antigo estúdio de balé, no qual dançava quando era pequena, e onde James pretende matá-la. Edward, juntamente com os outros membros da família Cullen, consegue resgatá-la, antes que James consiga beber o sangue da adolescente. Bella segue para um Hospital em Phoenix de onde a mãe a tenta convencer a voltar para a sua beira. Bella rejeita a ideia, pois namora agora com Edward e não o quer deixar. Acaba a história num baile da escola, onde Bella aparece com o seu par (Edward) e onde aparece também Jacob Black, que traz uma mensagem do seu pai, Billy, que diz para Bella se afastar de Edward. Nem ela nem Jacob percebem o que quer exactamente dizer esta mensagem, pois por esta altura Jacob ainda não sabe que é lobo, ou seja, o inimigo natural dos vampiros.

domingo, 23 de junho de 2013

Como Fazer um Fanzine

Os fanzines nasceram na década de 80 com o movimento punk de forma muito parecida com o que esta acontecendo com os blogs hoje em dia. O objetivo era expressar suas idéias atraves do “faça você mesmo”. Sem depender de gráficas ou editoras, essas publicações independentes ganharam espaço e se mantém até hoje como uma forma de mostrar trabalhos, reportagens, quadrinhos. Muitos desenhistas e roteiristas iniciantes untilizam os fanzines para mostrar o que fazem, seja entre amigos e outros fanzineiros ou em grandes eventos, onde centenas dessas revistas são trocadas, vendidas e admiradas.
Vamos abordar o moodo mais simples de produzir um fanzine, através da fotocópia (Xerox é marca!). Então, mãos à obra.
1° Passo: A Idéia
Antes de começar a produção é preciso se perguntar: “do que meu fanzine vai falar?” Vai ser uma HQ? Vão ser apenas textos sem imagens? Vai ser um informativo? Vai ter matérias sobre cinema, astronomia ou mulheres? Um fanzine pode abordar vários temas a mesmo tempo, mas de uma forma geral ele precisa ter um foco, uma idéia central. Por exemplo: pode ser uma publicação com duas matérias sobre cinema, uma sobre uma estréia que está para acontecer, como o filme do Lanterna Verde, outra sobre a carreira de um diretor ou ator, como Zack Snyder. Mas posso ainda acrescentar mais 4 páginas de quadrinhos e criar uma sessão de correios (hã… e-mails). Pronto. Temos um fanzine. Os temas podem variar. Podem ser qualquer coisa do universo.
2° Passo: Conteúdo
Você já sabe do seu fanzine vai tratar (se não sabe, volte ao 1° passo). Agora você tem que produzir o conteúdo. Ninguém vai comprar um amontoado de folhas só porque você está vendendo (claro, SE você estiver vendendo-o). As pessoas vão comprar coisas que são do interesse delas. Para isso você precisa conhecer seu publico. O assunto do seu zine atinge que tipo de pessoas? Atinge nerds aficcionados por Star Wars? Atinge adolescentes fãs de animes sobre ninjas? Atinge fãs de poesia? Escreva/desenhe coisas do interesse dessas pessoas.
 
Quando seu conteúdo estiver pronto, não esqueça de revisar tudo o que está para ser publicado. Não é nada legal divulgar um trabalho com erros de grafia, mas a revisão não vale apenas para isso. Algumas vezes novas idéias surgem durante a simples observação do trabalho.
3° Passo: Publicação
Antes de mais nada, é preciso escolher o formato do seu zine. Se você optar por fazer um zine “formatinho”, no tamanho de um mangá da JBC ou Panini, por exemplo, pode fazê-lo apenas dobrando uma folha sulfite. Para um zine no formato americano, você vai precisar de uma folha maior. Ao dobrá-la, independente da escolha do tamanho da folha, você consegue automaticamente 4 páginas. Para utilizar bem isto, é preciso um pouco de raciocínio (um pouco mais que saber somar 2 + 2).
Vamos trabalhar com um fanzine de 4 páginas + capa. Para isso vamos precisar de 2 folhas de papel. A primeira folha terá a capa. Ela deve ser montada da seguinte forma:
A segunda folha terá num dos lados a última página do zine do lado esquerdo (a não ser que o sentido de leitura não seja o ocidental) e do lado direito a página 1. No verso da folha, coloque a página 2 do lado esquerdo e penúltima página do lado direito. Desta forma, ao juntar as folhas e dobrá-las, você permite que a leitura corra como numa revista, como no exemplo abaixo:

Caso seu fanzine tenha mais páginas, 12 por exemplo, basta seguir o exemplo abaixo. 
Após estruturado, basta tirar cópias doseu zine e distribuir, recebendo dinheiro pra isso ou não. Mesmo sem dinheiro, é um ótimo exercício de produção e uma experiência muito legal.

Leia o começo do 2º livro do Diário de um Banana: Rodrick é o Cara


Já falei aqui sobre o primeiro livro da série Diário de um Banana, e agora falo sobre o segundo (eu li todos!).
Desta vez, Greg faz uma coisa muito vergonhosa nas suas férias de verão. O pior de tudo é que o irmão dele, o Rodrick, viu o garoto fazer a tal coisa vergonhosa. E, como todo irmão mais velho que se preze, ele vai ameaçar e chantagear Greg durante o ano inteiro, até o último dos limites.
Greg acabou fazendo mais um monte de coisas vergonhosas para impedir que a história ficasse pública e o traumatizasse para o resto da vida. Mas ele também fez um monte de coisas engraçadas. E para mim, os cinco momentos mais divertidos do livro são:
  1. Rowley ganha um diário e propõe ao Greg que eles sejam chamados de Gêmeos do Diário(que brega!);
  2. Manny assiste a um filme de terror do Rodrick e começa a desenhar uns monstros assustadores;
  3. Greg faz a turma da escola fingir que Chirag Gupta é um “ser humano invisível“;
  4. Rodrick faz uma festa e chama seus amigos adolescentes, enquanto os pais estavam fora;
  5. Rodrick fica de castigo e tem de ensaiar com a sua banda (Fräwda Xeia) na garagem de casa.
Você aguentaria tanta chantagem para encobrir um segredo vergonhoso seu? Deixe um comentário! (Só um aviso: se você não comentar, vai ficar com o Toque do Queijo!)

resumo do livro Diário de um banana

Já no começo, Greg explica que aquilo não é um diário, mas sim um livro de memórias, que ele só está escrevendo porque quando for rico e famoso não quer perder tempo respondendo perguntas bestas o dia inteiro.O garoto que está prestes a se ingressar no Ensino Fundamental II,é acordado por seu irmão mais velho,Rodrick,e falou para ele que está atrasado pro seu 1o dia de aula. Ele desce pela escada e faz uma bagunça total na cozinha,mas quando seu pai desce também a escada,Greg descobre que são 3:00 da manhã. Toda a família vai ao quarto de Rodrick,mas quando chegaram,Rodrick estava dormindo. E assim Greg vai para a escola e reencontra vários colegas: Rowley ,Chirag ,Patty ,Fregley e também conhece uma menina que está no sétimo ano chamada Angie. Greg descobre um misterioso pedaço de queijo no asfalto da quadra e quase pega o misterioso Toque do Queijo,mas Chirag o impede e conta a história do queijo. Greg e Rowley vão ao quarto de Rodrick para ver o anuário do 6° ano de Rodrick. Eles viram algumas páginas chamadas "Os Favoritos da Turma" e queriam ser também. Rodrick os assusta,e persegue Greg até o quarto dele. Greg tinha que ir ao banheiro,mas Rodrick estava bloqueando a porta,e descobriu que estava só os tênis dele. Greg foi ao banheiro,aonde Rodrick o assusta,e acidentalmente,Greg urinou em Rodrick. Chega o Halloween,e Rowley está vestido de cavaleiro e Greg de Pirata. Eles vão pedir doces no Lado Norte,onde as pessoas mais ricas estão. Aí 3 adolescentes,jogaram espuma de extintor neles,e os atraem para a casa da avó de Greg.Onde se escondem até os adolescentes desaparecerem de sua vista.Chega o inverno e Greg acidentalmente quebra o braço de Rowley,e ele começa a ser famoso. Para ser famoso,Greg se ingressa na peça da escola:O Mágico de Oz: como uma árvore. E 3 adolescentes muito familiares foram até o ginásio e forçaram Rowley e Greg a comer o Queijo. Rowley come,mas quando Greg ai come-lo,disse que era alérgico a laticínios e fizeram Rowley comer todo o queijo,o Técnico Malone apareceu e os adolescentes fugiram. Todos os alunos correram para o ginásio e viram que o queijo não estava mais lá e Rowley começou a chorar. Greg falou que tinha se cansado da presença dele ali na quadra e tinha se livrado do queijo de uma ver por todas e também mentiu para proteger seu amigo.Os dois entraram para os favoritos da turma como "Amigos mais Fofos".

GRÊMIO ESTUDANTIL


O GRÊMIO É UMA ORGANIZAÇÃO SEM FINS LUCRATIVOS QUE REPRESENTA O INTERESSE DOS ESTUDANTES E QUE TEM FINS CÍVICOS, CULTURAIS, EDUCACIONAIS DESPORTIVOS E SOCIAIS.

PLANO DE AÇÃO para o biênio de 2013/2014

1 Finalidade do Grêmio
congregar e representar os estudantes da escola;
defender seus direitos e interesses;
cooperar para melhorar a escola e a qualidade do ensino;
incentivar e promover atividades educacionais e culturais, cívicas, desportivas e sociais;
realizar intercâmbio e colaboração de caráter cultural e educacional com outras instituições de caráter educacional.

2 Objetivos:
Geral:-
participar da construção do cidadão através de sua formação e atuação das forças sociais e educacionais ativas dentro da escola, não fugindo à sua responsabilidade na organização do trabalho escolar;

2.2 Específico:-
construir uma prática educativa que esteja de fato em concordância com o E.C.A. em relação aos direitos e deveres do aluno dentro da escola;
adequar a participação dos membros nas atividades da escola dentro dos horários que não os prejudiquem com os deveres escolares;;
possibilitar aos membros e alunos da escola a ajudarem no que compete a eles , uma cooperação na melhora do ambiente escolar;
proporcionar ocupação sadia do tempo do adolescente, nas aulas vagas e de entretenimento;
praticar exercício de cidadania.

3 Metodologia
A metodologia utilizada será do compromisso e intenção da construção permanente do indivíduo e da coletividade, com base em uma prática educativa e qualitativa, tendo como resposta social e pedagógica.

4 Atividades
a) Integrar os alunos e a comunidade, colaborando em eventos culturais como projeção de filmes, peças teatrais, gincanas, concursos de poesias, coral, festival de dança, de música, etc...
b) Campeonatos esportivos nas diversas modalidades,
c) Palestra sobre violência, drogas, sexualidade e meio ambiente, etc.
d) Campanhas de agasalho, de alimentos e de outros recursos para alunos carentes,
e) Jornal da escola,
f) Premiação dos alunos destaques nas diversas modalidades,
g) Participação no Conselho de Classe,
h) Conscientização dos alunos na colaboração da limpeza da sala de aula,
não jogando lixo, não rabiscando carteiras nem cortinas,
i) Auxiliando e colaborando no horário do lanche, hino, conscientizando para não cortar a fila, não usar o boné (na hora do Hino),
k) Avisando direção e equipe pedagógica sobre alunos faltosos,
l) Ajudar, combater e erradicar a discriminação racial, cultural e social.

5 Avaliação
A avaliação do plano de trabalho, é importante porque além da necessidade observar o quanto os membros do grêmio e alunos podem crescer com a ajuda e colaboração com a escola, visando ações de melhoria para o ensino e ambiente escolar; podemos observar os procedimentos na correção de rumos, com vistas no aprimoramento de suas ações individuais e coletivas.
Os aspectos que envolvem a avaliação devem ser compartilhados com todos os envolvidos no projeto (alunos, professores, funcionários e pais, não esquecendo a comunidade).
Os resultados das ações desenvolvidas referem-se a todas as fases do mesmo, os quais poderão ser identificados através de: registros, relatórios, entrevistas, reuniões, observações, mudanças de comportamento e melhorias dos indicadores sociais e educativos decorrentes da atuação do jovem/adolescente na comunidade.
Representantes:

Presidente: E. F. O.
Vice-presidente: A. P. P..


Secretário-Geral:
1º Secretário:


Tesoureiro-Geral:
1º Tesoureiro:


Diretor Social:
Suplente:


Diretor de Imprensa:
Suplente:


Diretor de Esportes: .
Suplente:


Diretor de Cultura:
Suplente:


Dir. de Saúde e Meio Ambiente:
Suplente:



2013

Caça palavras de Ingles